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Sexta-feira, 17 de Abril de 2026
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Na Matemática da Vida

Se o resultado for um ou três, você ainda não aprendeu a lição

Gislene Teixeira
Por Gislene Teixeira
Na Matemática da Vida
Imagem: Agência Império Virtual
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Morando juntos mas vivendo sozinhos. Acredite! Há uma infinidade de casais que são casados, moram juntos, dividem a cama, mesa, banho, mas vivem sozinhos.

Parece difícil de entender, não é mesmo? Parece trocadilho de palavras mas é uma triste realidade.

Há casais que estão casados, moram juntos, às vezes, por décadas mas já não são um casal, já não dividem de fato a vida, os sonhos, os projetos e objetivos de vida.

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Já não são mais parceiros, companheiros, cúmplices em sua intimidade e vida a dois. 

O amor acabou, a admiração acabou, o respeito acabou, o desejo de continuar junto acabou. 

Apesar de ter acabado, continuam dividindo o mesmo teto, por conveniência, por necessidade, por dependência emocional, financeira, por medo de não amar e não ser amado novamente, medo do novo, medo da vida. 

Vivem vidas sem vida, machucados que não cicatrizam, lágrimas que não secam.

E então, o que fazer? Há muitos caminhos possíveis. O primeiro deles é parar, pensar, refletir sobre seu casamento, sua família, sua vida. Entender como chegaram até aqui, nesse ponto que parece tudo ter perdido o colorido da vida, o brilho nos olhos, o sorriso nos lábios. 

De onde vieram, como era no começo, como se tratavam, por quais caminhos caminhavam, sobre o que conversavam, quais eram os sonhos, as promessas e juras de amor. 

Onde está tudo isso? Por quais esquinas se perderam? Como poderão reencontrar a doçura do amor?

Desistir? Sim, pode ser uma alternativa possível mas não antes de entender o que está acontecendo, não sem antes retomarem o diálogo, e tornar possível um amor possível. 

Se após buscarem soluções, dialogo, terapia individual, terapia de casal, aparar as arestas e solucionar problemas. Se ainda assim, entenderem e decidirem que não há mais caminhos possíveis juntos, reflitam sobre dividir a cama, mesa e a vida com quem um dia for par mas na matemática da vida, nessa equação, noves fora, o resultado fica mesmo no “resta um”. 

Na matemática da vida, “dois” continua sendo “par”. Se “dois” restar um, sobrar um, faltar um, significa que precisam revisar para ver onde foi que se perderam. Sempre há tempo de revisar, passar uma borracha, virar a página e começar de novo, do começo, do zero. 

Só não vale, persistir no erro e de tanto apagar, apagar e apagar faz um borrão, deixa a “folha fraca”, até formar um buraco e não dar mais para continuar naquela página, um espaço seguro para aprender que um mais um, são dois. Se o resultado der um ou três, é a prova de que algo de errado não está certo! 

FONTE/CRÉDITOS: Gislene Teixeira - Sexóloga, especialista em relacionamento
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Gislene Teixeira

Publicado por:

Gislene Teixeira

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