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Quarta-feira, 28 de Outubro de 2026
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E se…

Hora de parar e contemplar o que está diante dos nossos olhos!

Gislene Teixeira
Por Gislene Teixeira
E se…
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Quando vai chegando o final do ano, os últimos dias do ano, automaticamente, intuitivamente, e até inconscientemente, a gente vai fechando ciclos. Sejam eles profissionais, pessoais, acadêmicos, conjugais, relacionais e tantos outros. 

Às vezes é preciso parar, olhar para trás para dar um passo para frente. Revisitar as memórias não nos deixa lá, apenas trazem combustível para avançarmos nas alamedas da vida…

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É inevitável que surjam em nossa mente, uma avalanche de reflexões e somos tomados pela “síndrome do “E se”…”.

E se eu tivesse feito? 
E se tu tivesse dito?
E se eu não tivesse feito? 
E se eu não tivesse dito?
E se eu tivesse me dedicado mais?
E se eu não tivesse me envolvido?
E se eu tivesse prevenido?
E se eu tivesse tomado essa ou aquela decisão?
E se eu tivesse aceitado?
E se eu tivesse trabalhado mais?
E se eu tivesse trabalhando menos e vivido mais?
E se eu tivesse dado uma chance?
E se eu não tivesse dado mais uma chance?
E se eu tivesse ido?
E se eu tivesse tentado de novo?
E se eu tivesse dado o primeiro passo?

Pois é, “E se…”? 
Nunca saberemos como realmente teria sido “SE” tivéssemos feito isso ou aquilo, assim ou assado.

A única certeza que temos é daquilo que fizemos ou deixamos de fazer, e com elas os resultados que tivemos. 

Não se julgue, não se cobre, não se puna, não se culpe, afinal, você fez o que podia fazer, o que sabia fazer, o que queria fazer, o que dava para fazer…

O que está feito, não tem como “voltar atrás”. Até dá para pegar o fato do passado e fazer algo com ele daqui para frente, mas o que foi feito e vivido, não tem como mudar, não tem como apagar, não tem como desfazer. Sejam investimentos em finanças, lazeres, amores, cobertores…

Se é algo que realmente é importante mas você não deu o melhor de si, não se doou o bastante, não investiu tudo o que pode ou deveria, não tem como mudar os resultados que teve mas tem como voltar a investir, agora não mais partindo do zero, não mais sem saber por onde começar ou onde está pisando. 

Agora com um pouco mais de conhecimento, experiência, maturidade e até sabedoria fruto dessas tentativas, erros e resultados. Se é importante, invista de onde parou, corrija erros e rotas.

Mergulhada em reflexões, encerramentos, recomeços e novos começos, chego a um ponto crucial, e quero compartilhar com vocês. Ouso  compartilhar minhas reflexões como um único conselho: seletividade! Seja seletivo com convites, amizades, leituras, lugares e amores. 

E assim, mergulhada em reflexões, te desejo Boas Festas, um Feliz Natal e um Próspero Ano Novo. 

FONTE/CRÉDITOS: De Fato News
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Gislene Teixeira

Publicado por:

Gislene Teixeira

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