O relógio público de Nichile refere-se ao último exemplar de uma série de relógios instalados na cidade de São Paulo, e também Santos e Guarujá, a partir de 1930, por iniciativa do publicitário Octávio de Nichile. O relógio remanescente situa-se na Praça Antônio Prado e é um bem histórico tombado pela prefeitura desde 1992. Projetado para exibir a hora e também para veicular publicidade, o mecanismo foi desligado e abandonado após a aplicação da Lei Cidade Limpa, que afetou a forma como os anúncios eram veiculados. Desde então, a família Nichile, proprietária do bem, tem buscado sua recuperação, inclusive contando com a ajuda de um membro da família que trabalha na prefeitura para viabilizar a manutenção e o retorno da sua função original.
História e Localização
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Criação:A ideia de instalar relógios públicos para fins publicitários partiu do publicitário Octávio de Nichile, no início da década de 1930.
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Conjunto:Foram instalados vários exemplares do relógio em São Paulo, como nas Praças da Sé, Largo do Arouche e Largo do São Bento, e também nas cidades litorâneas de Santos e Guarujá.
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O Sobrevivente:O único que restou é o da Praça Antônio Prado, no centro de São Paulo, inaugurado em 1935.
Características e Legislação
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Função Dupla:Os relógios tinham a dupla função de marcar as horas e servir como plataformas de publicidade para as empresas.
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Lei Cidade Limpa:Com a aplicação da Lei Cidade Limpa, a exibição de publicidade foi impedida, o que levou ao desligamento dos mecanismos.
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Patrimônio Histórico:O relógio da Praça Antônio Prado foi tombado em 1992, reconhecendo seu valor histórico e cultural para a cidade de São Paulo.
Situação Atual
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Manutenção Familiar:A manutenção do relógio, que tem um custo considerável, é atualmente uma responsabilidade da família De Nichile, uma vez que o bem não gera retorno financeiro devido à falta de patrocínio.
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Em Estado de Conservação:O relógio está em estado de conservação razoável, mas os seus mecanismos de funcionamento estão desligados.
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Busca por Recuperação:Existe um esforço contínuo para recuperar o relógio, inclusive com contatos com a prefeitura e subprefeitura para discutir a possibilidade de reinserir pequenas publicidades que não causem poluição visual, mas que possam atrair cultura e turismo.
FONTE/CRÉDITOS: www.google.com
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