Os pombos são aves que, no passado, foram trazidos para o Brasil nos navios vindos de Portugal nos tempos de guerras.
Foram trazidos com o fim específico de alimentar os escravos que vinham aos montes dentro dos porões dos navios negreiros, aqui chegando proliferam-se aos milhares alcançando todo o território nacional.
Hoje em diversas cidades são considerados pragas uma vez que alimenta-se de restos de comidas jogadas em lixos e qualquer outro descarte de alimento. São transmissores de mais de 70 tipos de fungos e doenças infecciosas que podem levar a morte. São perigosos até para sua própria espécie pois contaminam a si próprios, morrem se separando do bando até chegar o seu fim.
O acasalamento dos pombos é vitalício, portanto, possuem um companheiro por toda a vida. Sua reprodução são de cinco ninhadas por ano com dois a três ovos. Seus filhotes permanecem no ninho até sua formação adulta, não sendo vistos pelas ruas em fase de filhotes. Produzem 300 kg de fezes ao ano que ao secarem se contaminam automaticamente e se espalham no ar.
Cada pombo adulto necessita de comer três vezes mais que o seu peso e alimentar os filhotes, portanto, comem o dia inteiro. Seus predadores naturais são gatos, cachorros e gaviões. Esses predadores não vem às ruas atrás de suas presas. Por isso os pombos se proliferam dia a dia.
Mesmo tendo ciência ou não de que é crime alimentar os pombos vemos pessoas os alimentando, principalmente em praças públicas, seu principal habitat.
A Lei nº 16.914/2018 da Prefeitura de São Paulo proíbe a alimentação de pombos urbanos no município. A lei também determina que os proprietários de imóveis devem combater os pombos com repelentes ou telas.
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