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Sabado, 12 de Setembro de 2026
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Saudades daquilo que você não viveu?

Como pode isso? Sim, isso pode acontecer!

Gislene Teixeira
Por Gislene Teixeira
Saudades daquilo que você não viveu?
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Saudades daquilo que você não viveu? 

Como pode isso? Sim, isso pode acontecer! 

Sim, saudades é rememorar, reviver, querer viver de novo aquilo que viveu.

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Parece lógico, não é mesmo? Lógico sim, mas, muitas vezes, os pensamentos e o coração pregam algumas peças. 

Há quem se apaixone pela paixão de se apaixonar. Há quem se apaixone pela fantasia criada, se apaixone pelo relacionamento desejado e muitas vezes fantasiado mas não pela pessoa ou pelo relacionamento real. 

Nesses casos, o sofrimento e decepção , são tão certos quanto a expectativa criada. E diante da frustração que parece brotar até mesmo pelos poros e pela alma já dilacerada, é então, inevitável, que não se questione:

Por que você se maltrata, se humilha, se fere, querendo alguém que não lhe quer?

A vida é feita de escolhas. Sim, todos desejam fazem as melhores escolhas, as certas, as justas, as mais bonitas e prazerosas, mas nem sempre é assim que acontece. Claro, na vida real, não. Nos romances e novelas, quase sempre. 

Na vida real, você já se questionou, do por que você está escolhendo não se escolher, em detrimento a escolher alguém que não está lhe escolhendo?

O que te faz escolher se ferir, se menosprezar, se humilhar, em nome de um pseudo amor, um amor idealizado? 

Sim, porque é exatamente, isso que o outro está fazendo com você. Exatamente o que o outro está fazendo com você, quando brinca com seus sentimentos. Quando não lhe respeita, não lhe leva a sério, não lhe quer, e mesmo assim, você ainda insiste em ficar onde não lhe serve e não lhe cabe.

O outro vai lhe tratar como ele bem entender, desde que, você permita! 

Portanto, se o outro está lhe desrespeitando, brincando com seus sentimentos, lhe tratando como um nada, um qualquer, qualquer um. Sim, é difícil tirar o véu e desnudar a verdade, que o outro está lhe tratando bem ou mal, porque você está permitindo que ele aja assim, com você. 

Não culpe o outro pela bagunça que ele está fazendo na sua vida, quando é você quem abre a porta e estende tapete vermelho para que ele entre na sua vida.

Não dizer nada sobre a falta de atenção , carinho, afeto, respeito, pouco caso, as dores, machucaduras e até as mazelas emocionais que o outro lhe causa, sim, o silêncio, é interpretado com a máxima: quem cala, consente! 

Consente? Consente ? Não, não consente  mas na imensa e esmagadora maioria das vezes, dos casos e das situações, o que falta é amor-próprio, autoestima equilibrada, autorrespeito, autorresponsabilidade, autoconhecimento, falta repertório emocional e sobre dependência afetiva. 

Esse “combo” é difícil de ser carregado, interpretado, digerido. Por si só, já dói, e dói mais ainda quando o outro, se aproveita de sua fragilidade, vulnerabilidade  que se mostra revestida de sonho e desejo de amar e ser amado. De ter um relacionamento bonito, saudável, com maturidade e longevo.

Não seja ingênuo, mas também, não se sinta culpado por idealizar amores não ideais, com pessoas que não sabem amar, que não aprenderam o
que é responsabilidade afetiva.

Não se sinta culpado, por ter se deparado com quem só aprendeu a brincar de amor mas não amar.

Aprenda que cada um só pode dar aquilo que tem. Quem não aprendeu amar, não só não ama, como se torna incapaz de reconhecer o amor que recebe.

Não se sinta culpado, triste ou responsável por aquilo que foge ao que está nos limites de suas responsabilidades. 

Não desacredite do amor, e nem de amar, apenas, porque o destino, por acaso, fez com que, pelas esquinas da vida, você cruzasse com pessoas com “coração peludo”. 

Bem, destino, acaso…
Você acredita em destino e acaso? Eu acredito que não existe acaso nessa vida. E nesse caso então, o “acaso” permitiu que pessoas com “cubo de gelo”, no lugar do coração, cruzassem seu caminho. Para que você pudesse aprender, que antes de amar alguém, você precisa aprender a amar a si mesmo. Afinal, a gente só pode dar o que tem. 

Não sinta saudades do que não viveu, pois o destino ou o acaso, sei lá, irão lhe colocar diante de alguém que saiba amar e ser amado e esteja disposto a trocar, compartilhar amores e afetos e não apenas brincar com os sentimentos alheios.

Lembre-se, sempre, não é sobre o outro. É sempre sobre você. O outro só faz com você, o que você permite que ele faça. 

Não tenha pressa! Há um tempo certo para tudo, inclusive para o amor chegar. E quando ele chegar, não haverá dúvida, pois haverá reciprocidade.

Acredite! O melhor está por vir! 

FONTE/CRÉDITOS: De Fato News
Comentários:
Gislene Teixeira

Publicado por:

Gislene Teixeira

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