O título dessa matéria, AGRESSÃO SOCIAL URBANA, expressa bem a minha indignação e, tenho certeza, que é mesma de grande parte da população da Cidade de São Paulo.
Para não ser agressivo, vou chamar apenas de descaso político, pois o que está acontecendo com a Região Central de São Paulo salta aos olhos uma inatividade eficiente de gestão pública.
Gastaram uma importância considerável para "reformar" a Praça Júlio de Mesquita, localizada na Região da República, para depois deixar com que os moradores de rua a dominem completamente fazendo dela morada e banheiro publico.
Se é para vê-la nesta situação, por que a reformaram?
A praça (Júlio de Mesquita) é de quem?
Presume-se que de quem ela é por direito, têm o livre acesso e a liberdade de passear por ela usufruindo de todos os benefícios que a área pública oferece. E esse direito não é dado à população local que a cada dia se sente mais vítima da situação e explorada economicamente.
Afinal, o que é feito com os impostos pagos por cada um de nós moradores da cidade de São Paulo?
A situação, ou seja, a AGRESSÃO SOCIAL URBANA está ativa e operante em todas as regiões da Cidade de São Paulo. Portanto, somos livres para caminharmos para onde quisermos e, na hora que quisermos em nossa própria cidade?

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